Durante o dia, há que trabalhar. No final do dia, eu, a Gisela, a Ana e a Dina fomos ver um potencial castelo para nós as quatro (Eu, Gisela, Patrícia e Luísa). A casa pareceu um presente vindo dos céus, no meio de prédios cinzentos e condições horríveis... Claro que nem se pôs alguma questão... Só tivémos de dizer que iríamos pensar durante o fim-de-semana porque as pessoas de cá são manhosas... e desconfiança acima de tudo (principalmente com tão boas condições).
É o último piso de uma vivenda de 3 andares. Os nosso vizinhos são uma família, no primeiro andar a filha, em cima a mãe (miúdos e homens ainda não vi... humm...), muito simpáticas. O apartamento não tem elevador, mas tem central térmica própria (sim, porque aqui é muito usual a central ser partilhada e todos pagarem o mesmo, consumindo pouco ou muito). Temos 4 quartos, 1 sala, 2 quartos de banho (ou como eu digo, 3 quartos de banho: um normal, um só com sanita e o terceiro com tudo menos a sanita!) e uma cozinha grandinha e toda renovada. Até temos despensa!... E ar condicionado!
O meu quarto tem os dois quartos de banho esquisitos, ou seja, a sanita e o quarto de banho sem sanita (?!). Ah, pois é... tenho direito a suite!... Claro que só não houve discussão sobre eu ter a suite por causa de algo que, por acaso, gosto bué... clarabóias no tecto. Vejo as estrelas (ou o fumo dos carros!) ou a neve branquinha... E viva a luz e o não ter de me levantar para ligar as luzes!...

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